Ninguém imaginaria que Sergey Brin seria um bilionário

sergeyO belo currículo datado de 1996 não dava pistas de que Sergey Brin viria a criar o gigante que é o Google atualmente

Hoje um dos mais influentes nomes no mundo da tecnologia, Sergey Brin era só mais um rapaz talentoso nos idos da década de 90, também conhecida como a era pré-Google. Ou pelo menos é isso que indica um velho currículo de um dos fundadores da gigante de tecnologia, que foi desenterrado por usuários do fórum Hacker News.

O arcaico documento foi atualizado pela última vez em 1996, e mostra bem como era maravilhosa a internet na época. Ele mostra nos projetos de Brin apenas o GNAT e o COPS. O primeiro sistema envolvia identificação de vizinhos, enquanto o segundo, feito em parceria com o professor Héctor García-Molina, funcionava como um detector automático de violação de direitos autorais.

Há também um campo de “pesquisas em desenvolvimento”, que mostra um curioso sistema de avaliação e recomendação individual de filmes e outro de um conversor de LaTeX para HTML. Não se sabe que fim levou o primeiro projeto, mas como bem apontou a Business Insider, não dá para deixar de lembrar daqueles adotados por serviços como o Netflix.

Outro ponto curioso na descoberta é o código escondido no currículo. Visualize a estrutura da página para ver os verdadeiros objetivos de Brin em uma nova empresa: “um grande escritório, salário bom e muito pouco trabalho. Viagens frequentes com tudo pago a países exóticos seriam um adicional”, em tradução livre. Com o sucesso do Google, o fundador da empresa conseguiu até mais.

Aliás, vale a pena ainda conferir a página onde estava linkado o currículo – é o velho perfil de Sergey Brin na Universidade de Stanford, que já traz a futura gigante das buscas listada nos projetos. Além de um belo GIF animado do agora executivo, o endereço ainda mostra links para o site do irmão do executivo (devidamente hospedado no Geocities), para o álbum de fotos (que não é acessível fora de Stanford, mas que tem essa foto) e um telefone, que já não é mais de Brin. De qualquer forma, veja abaixo (ou aqui) o documento e aqui o perfil.

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Fonte: Info.abril.com.br

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